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| A Ressureição. Fonte: Missale Romanum Ratisbonae, sumptibus et typis Friderici pustet, p. 346. |
quinta-feira, 22 de março de 2018
sexta-feira, 16 de março de 2018
Migalhas de Semana Santa na Mémória Sacra da Unisinos
Na sala de Memória Sacra, localizada no saguão da biblioteca da Unisinos, o
Instituto Anchietano de Pesquisas reuniu centenas de livros ligados à liturgia
da Igreja Católica, provenientes dos seminários, dos colégios e das residências
dos jesuítas da província do Brasil. Ainda este ano queremos colocar on line o catálogo dessas obras.
Abaixo oferecemos migalhas do acervo: um antigo missal e uma imagem e
cantos ligados à Semana Santa.
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O missal mais antigo da coleção, 1858
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A página inicial no missal
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Representação da morte de Jesus, que todos os anos
recordamos (De um missal da coleção)
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| O anúncio da morte redentora de Jesus: eis o lenho da cruz da qual pendeu a salvação do mundo (De um missal da coleção) |
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| O canto do Pai Nosso (De um missal da coleção) |
quinta-feira, 1 de março de 2018
PEDRO IGNÁCIO SCHMITZ: 70 ANOS COMO JESUÍTA, 60 ANOS COMO PROFESSOR UNIVERSITÁRIO
Primeiro
de março de 1958 marca dois eventos importantes na vida de Pedro Ignácio
Schmitz. De uma entrevista com ele extraímos os seguintes recortes.
Eu
sou uma árvore plantada na universidade. Minha vida se realizou e continua se
realizando no ensino e na pesquisa: de 1958 a 1987 na UFRGS, em Porto Alegre;
de 1963 até hoje na UNISINOS, de cuja fundação em 1969 participei como diretor
da pré-existente Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de São Leopoldo; em
1956 começaram minhas atividades no Instituto Anchietano de Pesquisas.
Desde
1970 realizo pesquisa arqueológica, como bolsista do CNPq, estudando as antigas
culturas indígenas do Brasil, no Sul do Brasil e no cerrado brasileiro do
pantanal até o sertão pernambucano. Esta foi a missão que me foi dada como
jesuíta e a ela me dedico integralmente.
Com
isso minhas atividades externas como sacerdote ficaram limitadas. Não tenho
paróquia, nem função pastoral externa. Exerço funções sacerdotais na comunidade
jesuítica e atendo o movimento Focolare, que tem casa de reuniões junto à
UNISINOS.
O
Instituto foi criado em 1956, no Colégio Anchieta, onde se concentrava o maior
número de jesuítas pesquisadores, num momento em que a perspectiva da Ordem era
de grande crescimento e penetração social. O objetivo do Instituto era reunir
os pesquisadores jesuítas dos diversos ramos do conhecimento espalhados em
colégios e missões indígenas, dar-lhes possibilidade de publicação e
visibilidade através da revista Pesquisas, e garantia de continuidade de suas
coleções científicas. Era um projeto audacioso, correspondente a um tempo de
grandes perspectivas. Como jovem professor no colégio fui convocado para
escrever a ata de sua fundação.
A
história posterior dos jesuítas marca também a trajetória da instituição: a
diminuição de jesuítas, a criação da UNISINOS que absorveu os pesquisadores e a
nova ideologia vigente na Ordem.
Com
a sucessiva morte dos fundadores fui assumindo a continuação da obra com os
recursos humanos e materiais persistentes. Hoje o Instituto se acha incorporado
ao campus da UNISINOS, onde ganhou bom espaço, mas ainda conserva sua
identidade. Ele continua mantendo grandes acervos resultantes de pesquisas
passadas e atuais: um herbário de 140.000 plantas, um acervo arqueológico com
amostras de culturas indígenas de grande parte do território brasileiro, um
conjunto de materiais religiosos que representa as atividades dos jesuítas no
Sul do Brasil.
A
revista Pesquisas, criada em 1956, continua editando um número anual no setor
Botânica e outro no de Antropologia/Arqueologia. Outros setores (História e
Zoologia) passaram para a UNISINOS. Os museus de Arqueologia e de Memória Sacra
têm visitação regular, com destaque para os alunos do sistema estadual de
educação.
As
pesquisas arqueológicas e antropológicas resultaram no título de Doutor Honoris
Causa dado pela PUCG e a cidadania honorária da cidade de Serranópolis, GO. O
CNPq concedeu o título de Pesquisador Sênior; o IPHAN o prêmio do fundador Dr.
Rodrigo Mello Franco de Andrade; a Sociedade de Antropologia Brasileira (ABA) a
medalha de seu fundador; a Fundação de Amparo à Pesquisa do Rio Grande do Sul
(FAPERGS) também a medalha do fundador; a UNISINOS a medalha de Santo Inácio de
Loyola. São reconhecimentos sociais por um trabalho constante por décadas na
pesquisa e no ensino.
A
árvore plantada na universidade ainda está viva e continua produzindo frutos:
esta é a maior das premiações. Obrigado Senhor e se for de tua vontade, manda
mais um pouco.
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| A família, origem de tudo, em Bom Princípio. Na fila de trás, à esquerda na foto, o entrevistado. |
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Como sacerdote, um batizado numa família de arqueólogos em
São Paulo.
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Como cientista, num congresso, na Argentina.
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Como arqueólogo, no campo, em Vacaria.
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Premiado pelo IPHAN, dançando no Teatro Nacional, em
Brasília.
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sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018
QUARESMA: TEMPO DE CONVERSÃO
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O Convite: converte-te e crê na Boa Nova do Evangélio
de Jesus
As cinzas em nossa fronte significam o rompimento da rotina cotidiana e a
entrada num período de recolhimento e reflexão.
As cores das vestes litúrgicas, junto
com os rituais, ajudam a criar um ambiente para a nossa introversão. A cor da
quaresma é o roxo, a simbologia e a estrutura das vestes é bem simples se as
compararmos com as cores vivas e rica simbologia das outras estações do ano
litúrgico. Apresentamos três amostras de vestes religiosas, anteriores ao
Concílio Vaticano II, das centenas guardadas em nossa Memória Sacra, Instituto
Anchietano de Pesquisas/Unisinos. Oportunamente colocaremos on line as fotos de todo esse acervo.
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A casula usada nas celebrações eucarísticas. Sobre o
tecido estampado em rosas, a cruz com o símbolo de Cristo, bordados.
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A grande capa usada nas bênçãos, com o seu capuz.
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A dalmática, simples, usada por diáconos e
subdiáconos nas celebrações eucarísticas solenes.
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Texto: Pedro Ignácio Schmitz
Fotos: Beatriz Sallet e equipe
terça-feira, 30 de janeiro de 2018
PROJETO ESTÂNCIAS MISSIONEIRAS, URUGUAIANA, RS
Entre os dias 23
e 26 de janeiro, uma equipe de arqueólogos do Instituto Anchietano de Pesquisas
(IAP/UNISINOS), composta por Jairo Rogge, Marcus Beber e Suliano Ferrasso,
juntamente com a profa. Dra. Ana Lucia Goelzer Meira, professora do curso de
Arquitetura e Urbanismo da UNISINOS e o prof. Ms. José Afonso de Vargas,
estiveram em Uruguaiana, RS, realizando um levantamento na Estância da
Queimada, um dos vários postos de manejo de gado relacionados à grande Estância
da Redução de Yapeyu, cuja sede ficava na margem direita do Rio Uruguai, mas
cuja área compreendia uma vasta região tanto no lado argentino como,
principalmente, no lado brasileiro.
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Localização da
Estância da Queimada. Mapa: Jairo Rogge
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Esse
levantamento faz parte de um projeto de pesquisa mais amplo que o IAP está
desenvolvendo e que tem como objetivo documentar e entender o conjunto das
estruturas estancieiras, suas técnicas construtivas, seu funcionamento, sua
forma de administração, além de sua importância para o abastecimento das
reduções.
A partir de 1731,
os superiores das reduções criaram um sistema de estâncias, uma para cada
redução e duas maiores, São Miguel e Yapeyu, cada uma com 200.000 reses como
reserva para atender emergências. Nelas o gado era dividido em postos de
manejo, cada estância com 15 a 20 dessas unidades, atendidas, por turno, por
caciques com as famílias de seus seguidores. Disso resultaram estruturas
construídas (casa de administração, currais, potreiros, arranchamento dos
índios), cujas ruinas constituem o objeto da pesquisa. O enfoque é
interdisciplinar e abrange aspectos históricos, arqueológicos, ambientais e
arquitetônicos, cada um com sua metodologia.
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Estância da
Queimada. Vista parcial da taipa de pedra do curral circular, com mais de 80 m
de diâmetro. Foto: Suliano Ferrasso
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Estância da
Queimada. Vista parcial das ruínas da parede de uma estrutura central. Foto: Jairo
Rogge
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Estância da
Queimada. Vista parcial da taipa de pedra do curral retangular, inserido na
paisagem típica do Bioma Pampa. Foto: Suliano Ferrasso
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Texto:
Jairo Rogge e Suliano Ferrasso
quarta-feira, 24 de janeiro de 2018
Plantas Medicinais no Instituto Anchietano de Pesquisas/Unisinos: Capim-cidró
Dando continuidade às plantas medicinais apresentamos
hoje
Capim-cidró (Cymbopogon citratus (DC.)
Stapf)
De acordo com Lorenzi (2008, p. 433) é originária do
velho mundo e muito cultivada em todos os países tropicais inclusive no Brasil,
tanto para fins industriais como em hortas caseiras para uso em medicina
tradicional. Pertence à família Poaceae (Gramineae). Trata-se de uma erva cespitosa (forma de touceira) quase
acaule, com folhas longas, estreitas e aromáticas e, quando recentemente
amassadas, têm forte cheiro de limão.
Quanto ao cultivo, Corrêa (1998, p. 99) afirma ser preferencial os solos frescos, sem
umidade exagerada, argilosos ou próximos de cursos de água. Necessita de iluminação
plena. O plantio pode ser feito ao longo de todo o ano, por divisão de
touceiras, com espaçamento de 0,4 x 1,0 m. Faz-se a colheita duas vezes por ano
a partir do quarto mês após o plantio.
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Foto 1 – Capim-cidró (Cymbopogon citratus (DC.)
Stapf) cultivado no Campus da
Unisinos em São Leopoldo.
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Conforme a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, do capim-cidró deve-se utilizar as folhas, preparando-as por infusão 1-3g (1 a 3 colheres de chá) em 150 ml (uma xícara de chá). Utilizar uma xícara de 2 a 3 vezes ao dia por via oral. Indicada para o tratamento de cólicas intestinais e como sedativo leve. Deve-se evitar o uso concomitante com medicamentos sedativos (calmantes).
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Foto
2 - Canteiro de cultivo no jardim de plantas medicinais do Campus da Unisinos
em São Leopoldo no ano de 2007.
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Para ler mais sobre capim-cidró acesse o artigo do Pe. Clemente José Steffen publicado pelo Instituto Anchietano de Pesquisas em:
Texto e fotos: Denise Maria Schnorr
Referências
Corrêa,
A.D.; Batista, R.S.; Quintas, L.E.M. Plantas Medicinais: do cultivo à
terapêutica. Rio de janeiro, Vozes, 1998. 246 p.
Lorenzi,
H.; Matos, F.J.A. Plantas Medicinais no Brasil: nativas e exóticas. 2ª. Ed. São
Paulo, Instituto Plantarum, 2008. 544p.
Agência
Nacional de Vigilância Sanitária. Disponível em: <http://www4.anvisa.gov.br/base/visadoc/CP/CP%5B26836-1-0%5D.PDF>
Acesso em: 23 de janeiro de 2018
quarta-feira, 20 de dezembro de 2017
NATAL É O ANIVERSÁRIO DE JESUS!
Todos os anos, no dia 25 de dezembro, comemoramos o
nascimento de Jesus, o Filho de Deus, que assumiu nossa natureza e veio morar conosco.
Nasceu como criança e quis partilhar conosco a rotina, os sofrimentos e
desacertos, mas também as alegrias de todos os dias. No dia 25 de dezembro,
segundo antiga tradição, o comemoramos como criança, que traz alegria e paz,
como anunciaram os anjos aos pastores, que apascentavam ovelhas nos campos de
Belém.
As imagens mostram o pastor de um presépio esculpido numa
redução de índios guaranis da província jesuítica do Paraguai, trezentos anos
atrás, que se encontra na sala de Memória Sacra do Instituto Anchietano de
Pesquisas, no saguão da biblioteca da UNISINOS.
As expressões do rosto do
pastor, nas três poses em que o apresentamos, mostram a determinação, o espanto
e a admiração ao ver o menino recém-nascido deitado no cocho em que ele alimentava
os animais do seu rebanho. Entretanto, os anjos tinham cantado que naquele abrigo
de animais, naquela noite fria do começo do inverno havia muito mais do que os
sentidos podiam perceber. Ali estava o Filho de Deus, nascido como criança para
salvar a Humanidade.
Natal é o aniversário de Jesus. Como o pastor levou uma
ovelha de presente para o menino, pensemos também qual será o nosso presente.
Texto Pedro Ignácio
Schmitz
Fotos Márcio de Mattos
Rodrigues.
ESTAMOS NO ADVENTO!
O Advento, para os cristãos, é um tempo de purificação para
celebrar devidamente a vinda do Senhor Jesus Cristo, que veio uma vez, dois mil
anos atrás, mas que vem sempre de novo para seus seguidores.
São quatro semanas de preparação para a festa do nascimento
de Jesus, no dia 25 de dezembro. Em tempos passados o Advento, além das orações
e rituais de hoje, vinha acompanhado de dias de jejum e de abstinência de
carnes vermelhas.
Na imagem temos um tabernáculo antigo, que era da capela de
Campestre, no município de Salvador do Sul. O livro aberto é um missal antigo, anterior
ao Concílio Vaticano II, com orações em Latim e cantos em estilo Gregoriano. A
toalha sob o missal é roxa, a cor do Advento. Os castiçais que ladeiam o
tabernáculo são originários do Colégio Cristo Rei. Todos estes materiais se
encontram atualmente na sala de Memória Sacra do Instituto Anchietano de
Pesquisas, no saguão da biblioteca da UNISINOS, onde numerosos outros materiais
semelhantes estão expostos ou guardados.
Advento é tempo de preparação para a vinda do Salvador da
Humanidade, Jesus Cristo, Nosso Senhor.
Texto Pedro Ignácio
Schmitz
Foto Márcio de Mattos
Rodrigues
terça-feira, 5 de dezembro de 2017
8 DE DEZEMBRO: FESTA DA IMACULADA CONCEIÇÃO DE MARIA, MÃE DE JESUS
As imagens mostram a pequena estátua de Maria, sob o
título de Imaculada, que foi doada pelo Colégio Anchieta para a sala de Memória
Sacra do Instituto Anchietano de Pesquisas na UNISINOS.
A afirmação de que Maria foi concebida sem o pecado
original, em previsão de que seria a mãe de Jesus, faz parte das crenças
básicas da Igreja Católica. Sob este título ela é muito venerada como padroeira
de igrejas, templos e instituições, e especialmente como protetora e madrinha
das mulheres, que levam seu nome.
Maria, sob a veneração de Imaculada, é a padroeira da igreja
matriz de São Leopoldo, era a padroeira do Seminário Central no centro da
cidade e continua sendo a titular da comunidade dos Jesuítas que administram a
UNISINOS.
O dia 8 de dezembro, em que Maria é lembrada como sem pecado
é feriado no município de São Leopoldo.
Fotos Márcio de Mattos
Rodrigues
Texto Pedro Ignácio
Schmitz.
quarta-feira, 22 de novembro de 2017
Plantas Medicinais no Instituto Anchietano de Pesquisas/Unisinos: Tansagem
Dando continuidade aos textos de plantas medicinais no blog, apresentamos hoje a
Tansagem (Plantago major L.)
Pertence à família Plantaginaceae. De acordo com Lorenzi
(2002, p. 382) trata-se de uma pequena
erva bianual ou perene, ereta, acaule, de 20-30 cm de altura. Nativa da Europa
e naturalizada em todo o sul do Brasil. Folhas dispostas em roseta basal, com
pecíolo longo e lâmina membranacea com nervos bem destacados, de 15–25 cm de
comprimento. Flores muito pequenas, dispostas em inflorescências espigadas
eretas sobre aste floral de 20-30 cm de comprimento. Estas transformam-se em
frutos que são facilmente colhidas raspando-se entre os dedos toda a
inflorescência. Multiplica-se apenas por sementes. As espécies Plantago lanceolata L. e Plantago australis Lam. são também
utilizadas na medicina popular no Brasil.
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Foto 1
- Tansagem (Plantago major) cultivada
no Campus da Unisinos em São Leopoldo.
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Foto 2 - Canteiro de cultivo no
jardim de plantas medicinais do Campus da Unisinos em São Leopoldo no ano de
2007.
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Em conformidade com
Agência Nacional de Vigilância Sanitária, deve-se utilizar as partes aéreas.
Para o preparo do chá faz-se a decocção de 6-9g (2 a 3 colheres de sopa) em 150
ml (1 xicara de chá). Utiliza-se em bochechos e gargarejos, até 3 vezes ao dia,
no tratamento de inflamações da boca e faringe. Não se deve engolir o produto
após o bochecho e o gargarejo.
Informações extraídas do Anexo I do documento disponível em:
A medicina tradicional faz o registro de muitas outras
utilizações.
Quer saber mais sobre a
utilização da Tansagem? Acesse:
Texto e fotos: Denise Maria Schnorr
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